Em preparação, atualizado em 02/11/2026

O que você pode ler e conferir sobre a IMOBX?

Comece pelos documentos. Logo abaixo estão as razões por trás da IMOBX, as ideias que formaram o plano e a fonte de cada número.

Documentos do projeto

Os principais documentos são rascunhos, em inglês.

A proposta completa (whitepaper)

Modelo de moradia, custos, contratos, fluxo de caixa e decisões em aberto.

Inglês · rascunho · 2 de novembro de 2026

Apresentação para parceiros

12 slides com notas para quem apresenta · inglês · rascunho · 2 de novembro de 2026

Guia para construir as primeiras casas

Plantas das casas, como os moradores participam e as etapas de obra que propomos.

Inglês · rascunho · 2 de novembro de 2026

Para o token da IMOBX, a sua taxa e os quatro V, leia a página Self-compounding.

Logos e marca

Para a imprensa e os parceiros que escrevem sobre a IMOBX: o nosso logo e as nossas cores, prontos para usar.

Por que fazemos isso?

Para criar bairros onde as pessoas voltam a se conectar, e onde quem aluga pode se tornar dono.

O que nos move

  • Construímos comunidades, não só unidades: lugares onde as pessoas voltam a se encontrar.
  • O nosso lucro real é social. A nossa riqueza é um mundo onde as pessoas são livres.
  • Quem aluga se torna dono, e um bairro sem estresse vale mais do que ficar milionário.

Leia quem está por trás da IMOBX, abaixo da linha d’água

Quem está por trás da IMOBX?

Aqui está o que fica abaixo da linha d’água. Achamos certo ser francos sobre os nossos motivos e sobre de onde viemos, para que você possa entender a sinceridade e a dedicação que colocamos neste trabalho há muito tempo.

Quem é John?

Hoje, trabalho com Rafael Britto, que traz experiência em construção no Rio. Compartilhamos uma pergunta: como uma família pode chegar à casa própria enquanto os vizinhos cuidam dos espaços que dividem?

Cresci numa cidade que parecia uma corrida, como o mais velho de três filhos. A guerra não estava longe da nossa família, e essas cicatrizes me levaram para outra direção: eu não conseguia mais fazer de outro jeito. Saí do ensino tradicional para viajar e descobrir outras formas de viver. Alguns anos depois de eu sair de casa, o casamento dos meus pais acabou. Foi a primeira vez que senti que tinha perdido o meu lar. Ainda sinto falta dessa sensação de estar em casa. É uma busca que continua.

Desde 2005, procuro formas para que as comunidades compartilhem o que têm em comum. Visitei Tamera, passei seis anos em ecovilas pela Europa e, em 2010, cofundei uma organização de inovação social em Antuérpia. Em 2016, desenvolvi uma cozinha cooperativa, a Cuisine Divers, e recusei um investidor-anjo, porque não queria depender de um único investidor, um ponto único de falha. Em 2020, cofundei a DeFiants, uma agência Web3 que trabalhou em mais de 15 projetos com uma equipe de 20 pessoas. Saí em 2023.

Em 2025, esses caminhos se juntaram. Estou construindo o SIAH Protocol para guardar um registro de contribuições que outras pessoas confirmam, e a proposta da IMOBX leva essa ideia de compartilhar à moradia.

Leia a história completa do John

Cresci numa cidade que parecia uma corrida, como o mais velho de três filhos, com um irmão e uma irmã. As pessoas competiam desde cedo, com pouco tempo para perguntar para onde estávamos indo. A guerra não estava longe da nossa família. Meu avô por parte de mãe ficou preso em campos de guerra alemães durante a Segunda Guerra Mundial, e minha mãe ficou traumatizada pelos crimes de guerra cometidos contra ele. Do lado do meu pai, a irmã do meu avô tinha quatro anos quando caiu uma bomba V2. Ela ficou soterrada sob os escombros de um muro de tijolos. Correram com ela para o hospital, mas ela perdeu sangue demais e morreu no caminho.

Essas cicatrizes me levaram para outra direção, porque eu não conseguia mais fazer de outro jeito. O sistema não comportava as perguntas para as quais eu buscava respostas. O trabalho de caridade me inspirou, porque me parecia a única coisa sensata a fazer. O dinheiro não tinha sentido para mim, porque não compra felicidade, amor nem uma base sólida. Então, ainda jovem, saí do ensino tradicional e deixei para trás aquele navio que afundava, para viajar e descobrir outras formas de viver. Alguns anos depois de eu sair de casa, o casamento dos meus pais acabou. Foi a primeira vez que senti que tinha perdido o meu lar. Ainda sinto falta dessa sensação de estar em casa. É uma busca que continua.

Quando comecei a viajar, em 2005, o Facebook ainda não existia. Ele surgiu um ano depois. Na Serra da Estrela, em Portugal, vivi por um tempo sem precisar de dinheiro. Ofereci o meu trabalho e ajudei num sítio nas montanhas. Durante o dia, podava as videiras. À noite, lia à luz de velas. A vida era simples.

Eu descrevia aquele contraste assim: “Sociedade domesticada, nossa realidade antinatural. Nossa sociedade antinatural, realidade domesticada.” Naquela simplicidade, comecei a perceber como a pressão social mantém as pessoas encurraladas, com as costas contra a parede. Para mim, essa pressão também é uma armadilha mental. Senti que muitas famílias, como a minha, ainda carregavam feridas das duas guerras mundiais e que raramente reconhecíamos como elas continuam moldando a vida em sociedade.

A ajuda mútua foi o que mais me inspirou, como Piotr Kropotkin a descreve no livro Ajuda Mútua: um fator de evolução. O livro me mostrou como a cooperação é essencial para a nossa capacidade de resistir e seguir em frente. Em 2005, aos 19 anos, visitei Tamera, uma comunidade intencional em Portugal. Depois passei seis anos em ecovilas pela Europa e conheci o cohousing na Bélgica. Vi pessoas tentando construir comunidades e locais de trabalho mais acolhedores, e sistemas econômicos que permitissem mais cooperação.

Em 2010, cofundei uma organização de inovação social em Antuérpia. Trabalhávamos com conscientização e meio ambiente. Em 2012, criamos uma horta no telhado. Com pessoas dos maker labs e fab labs, explorei como produzir alimentos localmente, com pouca manutenção. A ideia esbarrava em problemas práticos: logística e capital inicial. Aprendi que boas intenções precisam de formas de organização que funcionem no dia a dia.

Também aprendi a tomar decisões em conjunto. Em organizações de base, conheci a comunicação não violenta, o design centrado nas pessoas e a tomada de decisão por consenso.

Em 2016, refugiados chegavam da guerra na Síria, e as opiniões se endureciam. Desenvolvi a Cuisine Divers, uma cozinha cooperativa para chefs de diferentes países, para reunir culturas sob o mesmo teto. Queríamos compartilhar equipamentos e criar um lugar onde os chefs pudessem aperfeiçoar o ofício sem carregar sozinhos o risco de falir. A Cuisine Divers tinha todos os ingredientes para dar certo, e foi ali que encontrei meu primeiro investidor, um investidor-anjo.

No fim, recusei. Um desenvolvedor de negócios experiente me aconselhou a não fazer de um restaurante o meu primeiro negócio. Eu também não queria depender de um único investidor, um ponto único de falha no meu cangote. Não estava preparado para liderar sozinho e ser o único responsável por 150 mil euros em investimento e equipamentos. Isso me fez parar no início de 2017.

Fiz uma pausa, e foi nesse momento que deixei o empreendedorismo e a inovação social offline. Em julho de 2017, fui convidado para uma apresentação sobre Ethereum. Blockchain ainda era algo bastante novo para mim, e aquilo me inspirou a explorá-la como uma forma peer-to-peer de financiar negócios regenerativos. Trabalhar online tirou o peso da logística, das mudanças constantes e da comunicação constante que uma cozinha exige. As redes online também filtram melhor: quando você passa tempo todos os dias numa comunidade atrás da tela, as pessoas passam a conhecer você, e é assim que se encontram as pessoas certas para trabalhar junto. Isso substituiu os eventos de networking, onde eu raramente encontrava o público certo para as minhas ideias de negócio.

Assim mergulhei no mundo dos nativos de cripto. Em 2018, tornei-me embaixador da Holochain e estudei o crédito mútuo, uma forma de uma comunidade trocar valor localmente. Anos depois, esse caminho me levou a entender a teoria de Wyckoff, e como os ciclos do mercado sufocam a inovação que vem de baixo para cima: iniciativas de negócio que precisam de financiamento e de um público disposto a comprar os seus produtos.

Em 2020, cofundei a DeFiants, uma agência Web3 sem fins lucrativos. Ela cresceu de forma orgânica, sem plano, a partir do nosso trabalho no meio das startups, onde eu dava conselhos de marketing e ajudava startups chinesas a se comunicar com o Ocidente, cujas estratégias de venda lhes eram completamente estranhas. Ali conheci um desenvolvedor de projetos canadense da IBM, que me ajudou a montar uma estrutura de negócio capaz de crescer. Mantivemos uma rotina de serviços de baixo custo e alto valor e conquistamos contratos suficientes para ter lucro e investi-lo em projetos de impacto social, sem dívidas e sem um único investidor nas nossas costas. Como serviço de intermediação, éramos os técnicos de som: cuidávamos do palco para os projetos que ficavam sob os holofotes.

No início do mercado de alta de 2020, começamos a trabalhar com lançamentos de tokens. Um contato nos trouxe alguns dos projetos mais promissores da Outlier Ventures, como World Mobile, Lamina1 e Bittensor, e chegamos a trabalhar um mês com a comunidade da BNB Chain para ajudar a criar o seu programa de embaixadores. Os projetos mais ambiciosos nos respeitavam como construtores de comunidade competentes.

Ao longo de mais de 15 projetos, com uma equipe de 20 pessoas, vimos todas as armadilhas e todos os sucessos: o que funcionou e o que não funcionou. Estávamos nos ombros de gigantes. Ver esse espectro completo nos permitiu dar conselhos que pouparam os projetos de gastos desperdiçados. Os anos na DeFiants me deram uma base sólida em crescimento, operação, gestão de contas, formação de equipes e foco, e me ensinaram o valor do trabalho das pessoas e das finanças.

Em 2021, a DeFiants começou a trabalhar com a Unidos, uma organização dirigida por refugiados em Nakivale, Uganda. Juntos, construímos um centro de educação com empregos para professores e formação em Web3. Também ajudei a desenvolver uma proposta para transformar resíduos de mercados e cozinhas em vermicomposto e apoiar a produção local de alimentos. Em 2024, Paulinho Muzaliwa, que dirige a Unidos, recebeu o Prêmio Gene Dewey para Refugiados, e o projeto de agricultura regenerativa da Unidos, o REGESOIL, recebeu o Prêmio Internacional Ockenden. Levar o plano de vermicomposto à escala custaria cerca de US$ 60 mil por ano. Isso me deixou uma pergunta que ainda carrego: como uma organização comunitária consegue financiamento estável para sistemas alimentares que possam crescer?

Em 2023, saí da DeFiants, que fechou os escritórios dois anos depois, após um longo mercado de baixa com muito menos grandes lançamentos de tokens. No meu trabalho com comunidades digitais, eu tinha visto campanhas contar publicações e ignorar relações. Pessoas criavam memes e promoviam tokens sem remuneração, enquanto os maiores detentores lucravam com a atenção. Muitas se esgotavam. Em 2024, passei a entender melhor como o X escolhe quais publicações as pessoas veem. Hoje, vejo redes sociais e sistemas de IA repetirem a mesma retórica e reforçarem ciclos em que as pessoas ficam presas, sem perceber o quanto o seu modo de vida se afastou da regeneração.

Em 2025, esses caminhos se juntaram. Estou construindo o SIAH Protocol para guardar um registro de contribuições que outras pessoas confirmam, para que uma comunidade lembre quem ajudou quando uma campanha termina. A proposta da IMOBX leva essa ideia de compartilhar à moradia: famílias poderiam caminhar para ser donas da própria casa, num bairro que administram juntas. Hoje, agentes de IA que escrevem código fazem boa parte do que antes exigia um diretor de tecnologia e uma equipe de desenvolvimento. Ter estado nos ombros de gigantes, sabendo por dentro o que fez lançamentos darem certo ou errado, é o que eu trago para um projeto de tokenização como a IMOBX.

Quem é Rafael?

Meu pai se ausentou e minha mãe trabalhava de 70 a 80 horas por semana. Éramos três crianças e minha mãe. Aos 10 anos tive que me tornar adulto e, aos 12, comecei a trabalhar para ajudar no sustento da casa. Nunca larguei a escola.

No meio do caminho comecei a trabalhar com vendas, e foi graças a essa profissão que hoje tenho a Construtora Olympus, uma construtora de alto padrão. Como vendedor, fui promovido a gerente e consegui capital suficiente para terminar a faculdade de Engenharia Civil. Como engenheiro civil, vendi minha primeira construção. Fiz também mestrado na UERJ.

Desde o início da faculdade tenho um sonho: proporcionar boas moradias às pessoas mais vulneráveis. Meu principal objetivo é tornar a vida dos mais pobres mais leve. Todo brasileiro sonha em ter a sua casa própria, e na IMOBX vamos facilitar o caminho. A IMOBX representa a realização desse sonho.

Como John e Rafael se conheceram?

Conheci Rafael pela Ether Vista, hoje chamada Arctide, onde nós dois tínhamos o token VISTA. Rafael chegou por uma campanha brasileira, com a grande comunidade brasileira que hoje, junto com uma internacional, é a principal comunidade por trás da Ether Vista. Eu cheguei pelo primeiro token lançado na Ether Vista, que me contratou como gerente de campanha de embaixadores. Esse trabalho me ensinou as bases do projeto, e decidi liderar uma retomada pela comunidade e ajudar a desenhar um modelo de negócio adequado. Foi por isso que Rafael me perguntou se eu o ajudaria a criar um token para a IMOBX e lançá-lo na Arctide. Hoje estou ajudando Rafael a fundar a IMOBX, porque precisamos de ferramentas melhores para nos organizar e levar recursos para onde fazem diferença.

No que John acredita, e como ele trabalha?

A questão que vi por trás de muitos problemas, da moradia às organizações comunitárias, é a distribuição: quem controla os recursos e quem consegue acessá-los. O controle fica concentrado nas mãos de quem tem riqueza, enquanto temos poucas formas de compartilhar bens comuns, como moradia e alimentos saudáveis, sazonais e produzidos em harmonia com a natureza. A industrialização mudou a produção, mas não garantiu acesso ao que as pessoas precisam. E distribuir recursos também exige compartilhar a liderança de forma justa.

Acredito que nossa tarefa é dar às próximas gerações meios para distribuir recursos e influência de forma mais justa. O caminho começa perto de casa. Autossuficiência e cooperação local podem nos ajudar a gastar menos energia em disputas sobre forças que não controlamos e mais em nos adaptar e construir alternativas práticas.

Acredito que muita gente já percebe isso, mas falta estrutura para agir: ferramentas, formas de nos organizar e meios para sustentar a vida de outra maneira. Para mim, construir essas alternativas é uma forma de desobediência civil. Podemos pisar no freio e criar meios locais de sustentar a vida, com menos dependência de infraestruturas controladas por outros e de sistemas de tributação que muitas pessoas sentem como agressivos e fora do seu controle. Assim, podemos assumir o papel de guardiões e ajudar a atravessar as crises. Uma crise também pode abrir espaço para mudar de rumo.

O meu método começa com a generosidade. Quando você oferece o seu trabalho e o seu conhecimento livremente, as pessoas começam a prestar atenção. Quando continuam vendo você entregar, essa atenção vira confiança, e a confiança traz mais atenção. Foi assim que construímos a DeFiants: pela ação, fazendo o trabalho e mostrando como trabalhávamos, em vez de growth hacking, grandes orçamentos e marketing rápido. O desenvolvimento de produtos me ensinou a criar impulso e uma história: envolver as pessoas certas no momento certo, para que a qualidade se mantenha em cada apresentação, sempre. A IMOBX está no começo, e quero construí-la da mesma forma.

O que os fundadores recebem do token?

O token não tem parte reservada à equipe, e Rafael e eu não recebemos salário da taxa que ele cobra em cada negociação. Qualquer benefício para quem trava seus tokens será nomeado, com suas condições, antes de valer.

Com quais ideias conferimos o plano?

Conferimos cada regra que escrevemos com dois conjuntos de princípios que funcionam na prática há décadas.

Os princípios de Elinor Ostrom

Elinor Ostrom ganhou o Nobel de economia em 2009 por mostrar como comunidades administram bem recursos comuns, sem entregá-los a uma empresa ou ao Estado. A nossa proposta completa aplica à IMOBX cinco lições do trabalho dela.

Elinor Ostrom no site do Prêmio Nobel

Os princípios das cooperativas

A Aliança Cooperativa Internacional reúne os sete princípios que as cooperativas do mundo compartilham, entre eles a gestão democrática pelos membros. No Brasil, a lei das cooperativas define um membro, um voto (Lei 5.764, art. 42).

A identidade cooperativa (ICA)

Quem cuida dos espaços que os vizinhos dividem?

Uma área verde, uma cisterna ou um caminho pode unir vizinhos. Ao longo dos anos, os moradores também precisam decidir quem cuida desses espaços, quem paga pelos reparos e o que acontece quando uma casa é vendida.

No Uruguai, famílias de cooperativas se mobilizaram para defender a propriedade coletiva. Na ecovila Earthaven, moradores mudaram seu processo de decisão depois de enfrentar dificuldades com o poder de veto individual. Nossa pesquisa reúne essas e outras experiências para pensar no que deve permanecer compartilhado na IMOBX.

Ler a pesquisa sobre os espaços compartilhados

Quais projetos estudamos?

Grupos de moradia na Alemanha, no Uruguai e nos Estados Unidos já administram as suas casas juntos. Aproveitamos o que funciona e adaptamos ao Rio.

Mietshäuser Syndikat (Alemanha)

Uma federação alemã de casas de aluguel administradas pelos moradores. Uma casa só pode ser vendida quando os moradores e a federação concordam; sobre aluguéis e novos moradores, os moradores decidem sozinhos. No plano da IMOBX, as partes comuns da vila, como o pátio e as salas de estudo, são pagas uma vez por todas as casas e continuam sendo de todos.

Mietshäuser Syndikat

FUCVAM (Uruguai)

A federação uruguaia de cooperativas de moradia por ajuda mútua, fundada em 1970. As famílias constroem juntas, em ajuda mútua, e a cooperativa fica com a propriedade. No plano da IMOBX, cada família é dona da sua casa.

FUCVAM

Fundos comunitários de terra

O fundo fica com o terreno, e os direitos de cada família ficam num contrato longo e assinado. Daí vem a nossa regra: seja qual for o resultado de uma votação, só a família e a IMOBX juntas, dentro da lei, podem mudar o contrato de moradia de uma família.

Community land trusts (Grounded Solutions Network)

Nossas fontes

Fontes das pesquisas e dos números.

  1. O orçamento de Rafael e o relato dele sobre os lofts

    Números do próprio Rafael, de 30/11/2025 e 20/01/2026.

  2. IBGE: Censo 2022, favelas e comunidades urbanas

    16,4 milhões de pessoas, 8,1% da população, no Censo 2022.

  3. CAIXA: SINAPI

    A tabela brasileira de referência de custos de obra, usada no orçamento de Rafael.

  4. CVM: Parecer de Orientação 40

    Como a CVM avalia um criptoativo: pelos direitos que ele dá, não pelo nome.

  5. Lei 13.019: definição para parcerias com o poder público

    O artigo 2º define organizações sem fins lucrativos para essa lei.

  6. Arc: documentação oficial

    A descrição da própria Arc sobre a rede e as ferramentas de pagamento.

  7. Fundação João Pinheiro: déficit habitacional de 2024

    Cerca de 5,77 milhões de domicílios estão no déficit habitacional de 2024 pelo critério da FJP, que também conta famílias que gastam parte excessiva da renda com aluguel.

Versões e downloads

Versão 0.9, 2 de novembro de 2026

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Como citar esta referência

Para citar: IMOBX, Referência do projeto, v0.9, 02/11/2026, seguido do título da seção e do link.

Versões e identificação dos arquivos

Quem aluga pode se tornar dono, e um bairro pode viver sem estresse. Estamos formando o círculo fundador do primeiro bairro: venha construir com a gente.

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